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FIFA 14 – Antevisão

A época actual ainda está a terminar mas a pré-temporada da Electronic Arts já começou. FIFA 14 já foi anunciado e promete continuar na senda do tremendo sucesso alcançado pelo seu antecessor, onde já havia sido melhorada a jogabilidade e adicionados modos de jogo e extras. Poderão pensar que a nova versão de FIFA é “apenas mais uma”. E na verdade é mesmo, até porque todos os anos a série FIFA tem o seu lugar reservado no pódio dos jogos de futebol. No entanto, a nova temporada traz consigo algumas novidades bastante interessantes e que certamente vão agradar à maioria dos jogadores.

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Ao longo dos anos a série FIFA tem sido fustigada por erros gráficos grosseiros, mais concretamente na caracterização facial dos jogadores. Felizmente que esses erros foram corrigidos (na sua maioria) na versão anterior. FIFA 14 promete continuar esse mesmo trabalho. Em vez de serem apenas alguns jogadores de maior renome a terem uma caracterização fiel à real, agora todos terão a possibilidade de estarem bem representados digitalmente. Ou pelo menos os jogadores dos campeonatos mais conceituados.

O modo carreira em FIFA 13 foi um dos pontos fortes do jogo e muito contribuiu para os milhares de fãs que a série tem vindo a angariar. Em FIFA 14 a fórmula foi ligeiramente melhorada em alguns aspectos, como por exemplo no Scouting. Os olheiros estão agora mais perspicazes no seu trabalho de observação e captação de jogadores e na elaboração de relatórios para o treinador – neste caso, nós. Relatórios esses que estão mais detalhados e concisos na avaliação das capacidades dos jogadores, contendo toda a informação que precisamos para decidirmos quais as melhores aquisições para a nossa equipa. As contratações continuam a ser um dos aspectos mais desafiantes do modo carreira. Não pensem que é fácil adquirirmos todos os jogadores que pretendemos! Os clubes estão ainda mais exigentes em relação aos negócios e temos que planear muito bem o valor a oferecer em cada contratação pretendida.

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Na jogabilidade residem as maiores novidades e melhorias de FIFA 14, mais concretamente na física e nos movimentos dos jogadores. Até aqui têm sido evidentes as limitações nalguns movimentos efectuados pelos jogadores no sprint, remate e passe. Mas vamos por partes. Em FIFA 13 ao escolhermos equipas como Barcelona ou Real Madrid ficamos com uma ligeira sensação de que o jogo se pode tornar “fácil demais”, muito por culpa de senhores como Messi e Cristiano Ronaldo. Quando a bola chega aos pés de um destes craques, por vezes basta “carregar no acelerador” e tornar-se quase impossível pará-los. Até certo ponto está realista, mas jogar assim certamente não nos convence. Na nova versão isso já não acontece com tanta facilidade, pois o sistema de sprint foi programado para que seja exigida uma jogabilidade mais estratégica e um constante apelo ao espírito de equipa para chegarmos à baliza adversária.

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A forma como os jogadores rematam foi completamente remodelada. Primeiro, a colocação do corpo em relação à bola foi melhorada e o jogador ajusta sempre a posição para rematar. Em relação ao seu antecessor é uma enorme melhoria, onde por vezes ficávamos com a sensação de que os remates “saíam do nada” e a forma como estes eram efectuados pareciam algo desajeitados. Como não podia deixar de ser, a EA continua a apostar forte no aumento da realidade futebolística na sua série. A física da bola é o mais recente exemplo, onde foi essencialmente melhorada a sua trajectória. Em FIFA 14 já não é tão frequente a direcção linear que a bola tomava assim que era rematada. Foram adicionados novos efeitos e para que este sistema não defraude as expectativas dos fãs, foram realizados vários estudos a partir de encontros de futebol reais. Posteriormente, foram feitos os testes necessários em realidade virtual para que as melhorias pudessem ser implementadas da melhor forma possível. Visto que o sistema de passes também necessitava de uns pequenos ajustes, todos os testes levados a cabo pela EA tiveram também em conta a forma como os passes são agora feitos, considerando a trajectória da bola e a força utilizada em cada passe.

A inteligência artificial dos defesas continua a melhorar significativamente. Em FIFA 13 o progresso já havia sido notável, com o tal famoso sistema que nos permitia controlar a defesa como um todo e abordar os ataques do adversário de forma conveniente. Esse sistema está novamente presente e ainda melhor! Houve o cuidado de trabalhar a IA para que não fossem cometidos erros grosseiros – naturalmente vão continuar a acontecer, tal como em partidas reais de futebol – pelos defesas e que exista uma maior segurança na transição defesa-ataque ou na abordagem aos lances perigosos.

Para já são estas as melhorias mais significativas que FIFA 14 tem para nos apresentar. Não cremos que se trate apenas de uma “actualização” de FIFA 13 como muitos fãs reclamam, tendo em conta o cuidado que a EA tem tido em melhorar todos os aspectos da série, principalmente o seu realismo. Com a bênção de Lionel Messi – novamente representante e capa do jogo – espera-se que FIFA 14 consiga honrar o legado do seu antecessor e manter o lugar no trono dos jogos do desporto-rei.

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Forza Horizon – Antevisão

A nova aposta da Turn10 chega com carimbo de ‘arcade’, mas mostra que é mais que isso. Um jogo rico em sensações, qualidade e uma banda sonora estonteante

Um ‘spin-off’ de Forza com uma componente mais ‘arcade’ pode assustar um pouco os seguidores do franchise, todavia, a Turn10 soube dar, e bem, a volta ao assunto, tornandoForza Horizon uma experiência agradável, artística e de liberdade total.

 

“Forza Horizon é uma experiência agradável por todos os elementos que o constituem tais como jogabilidade, grafismo e sonoplastia.”

 

Depois do grande sucesso da série Forza Motosport, a Turn10, junto com a Playground Games, decidiu enveredar por um caminho diferente, mantendo a qualidade a que habituaram os adeptos dos seus jogos mas optando por um plano de fundo totalmente diferente. Esta aposta transporta-nos dos eventos em pista, que faziam parte dos títulos de Forza Motosport, para eventos em estrada escolhidos por nós num soberbo “mundo aberto” com as magníficas paisagens de Colorado, Estados Unidos da América, como fundo.

 

 

 

 

Forza Horizon é uma experiência agradável por todos os elementos que o constituem tais como jogabilidade, grafismo e sonoplastia. É um jogo que, apesar de ter abdicado um pouco da forte componente de simulação (e isso nota-se imenso nas colisões com outros veículos ou objectos da corrida), continua a ter uma condução real, desafiante e divertida.

O jogo está em constante contacto com o jogador, “ligação” essa criada ou pela voz “guia” que nos acompanha durante a nossa jornada pelas estradas de Colorado, ou pelo apresentador da rádio que ouvimos ou até pela voz do GPS que nos orienta até ao próximo evento. Aliado à condução e à sensação de envolvimento há uma vertente sonora e gráfica que eleva Horizon para um dos jogos mais esperados deste ano.

 

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“O sentimento de liberdade está presente neste título a cada segundo jogado.”

 

Um dos pontos fortes deste título são as sensações criadas durante o jogo, que nos chegam através das brilhantes paisagens que foram trabalhadas ao pormenor com uma beleza fenomenal, do detalhe gráfico que é exímio, do trabalhar dos carros e do gozo que nos dão durante a sua condução, da liberdade que dispomos para “vaguear” pelas estradas de Colorado participando nos eventos que queremos, e quando queremos, do brilhante sistema responsável pelo dia e pela noite (em Horizon, temos noção do passar do tempo graças a um sistema responsável pelo ciclo do dia e da noite) e da espetacular banda sonora que está sempre presente e foi escolhida a dedo.

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O sentimento de liberdade está presente neste título a cada segundo jogado. Em Forza Horizon podemos escolher tudo ao nosso gosto, se queremos ouvir as vozes que nos acompanham (guia, rádio e GPS); se optamos por “curtir” a estrada com o nosso bólide ou mostrar toda a nossa perícia num evento; se mudamos a dificuldade presente no jogo (assistências à condução e dificuldade do jogo em si) sabendo que irá influenciar os créditos recebidos por cada evento; e até se pretendemos exibir os nossos feitos aos nossos amigos.

 

Se é para ser diferente, a Turn10 soube ser diferente. Eventos só com carros e em estrada não é suficiente, por isso há eventos para animar o público em que corremos contra aviões ou eventos ‘off-road’ que conduzimos por montanhas ou pistas térreas. Para os mais exibicionistas, existe o modo ‘Rivals’ que permite desafiares os teus amigos para eventos aumentando o teu estatuto.

 

 

 

 

Os gráficos estão excepcionais, os carros fielmente reproduzidos, uma vista de cockpit detalhada, ideal para os mais exigentes ou fãs de uma condução mais real, e o estado de Colorado reproduzido de uma forma bela e pormenorizada.

“Nomes como Benny Benassi, Empire of the Sun, Arctic Monkeys ou Avicii estarão presentes.”

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Apostar numa condução radical, cheia de adrenalina e arrojada só podia ser acompanhada com a melhor banda sonora, e neste nível Horizon também não desilude, nomes como Benny Benassi, Empire of the Sun, Arctic Monkeys ou Avicii estarão presentes. É só escolheres a tua rádio preferida.

 

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Este título é uma aposta contraditória: Forza Horizon fugiu de tudo o que conhecemos deForza Motosport mantendo-se familiar a tudo o que conhecemos de Forza Motosport. É um jogo que cria muitas espectativas, que pode abranger mais público e que tem tudo para dar certo. Contudo, as ilações deste exclusivo Xbox 360 só poderão ser tiradas a 26 de Outubro, data a que chega a Portugal.

Resident Evil 6 – Antevisão

A Capcom arriscou. Fez alterações na jogabilidade e na forma como conta a narrativa, tornando Resident Evil mais “actual” sem perder o seu estilo tão emblemático

É ponto assente que os Zombies estão na moda. Há séries e filmes na televisão, há jogos com zombies nas plataformas móveis e até existem modos de jogo de matança destes mortos vivos em jogos dedicados à guerra. Todavia, nem todos sabem abordar o assunto como a Capcom. Resident Evil 6 chega às prateleiras das lojas no dia 2 de Outubro e, mesmo com várias mudanças, assegurou tudo aquilo que tornou Resident Evil uma saga tão adorada.

 

 

 

 

A Capcom começou por confirmar a diferença ao incluir a possibilidade de viver a narrativa por uma das três campanhas possíveis de jogar. Cada enredo segue a sua própria linha condutora, porém estão todos interligados entre si. A China é o cenário dominante deste jogo, contudo, e dependendo da personagem que escolher, a introdução feita a essa mesma personagem é feita em locais distintos.

 

“A Capcom começou por confirmar a diferença ao incluir a possibilidade de viver a narrativa por uma das três campanhas possíveis de jogar.”
Se começar com Leon Kennedy a acção começa nos Estados Unidos. O presidente está pronto para dar uma conferência quando é surpreendido por um ataque terrorista acabando por ser infectado. Nessa altura, Leon e a sua parceira Helena Harper têm a impensável tarefa de abater o presidente. A partir desse momento, tudo se resume à tentativa de escapar daquela zona infectada.

Se optar por Jake Muller, um mercenário da Europa de leste sem qualquer valor moral, irá ter Sherry Birkin como parceira e esta servirá de contrapeso nas atitudes frias de Jake.

Por fim, se escolher Chris Redfield, protagonista em outros tantos títulos do franchising como Resident Evil 1Code VeronicaResident Evil 5, a introdução é feita na China. O agente é enviado para lá com o intuito de parar um ataque terrorista. A seu lado encontra-se Piers Nevans, o seu novo parceiro, e juntos vão tentar parar esta nova ameaça. Tal como o anterior título, a Capcom decidiu manter, de forma constante, um parceiro que nos acompanha durante toda esta medonha aventura.

 

 

 

 

“Um dos pontos altos de Resident Evil 6 é a espectacular qualidade gráfica apresentada, o detalhe dos cenários é exímio e a textura e construção das personagens e zombies está magnifica.”

 

No que diz respeito à jogabilidade, RE6 também sofreu algumas alterações. Continua a ser um jogo na terceira pessoa com grandes cargas de terror. A dinâmica do jogo é mais fluida, livre e rápida, há a possibilidade de correr e disparar e, neste ponto, a forma de apontar aos zombies tornou-se mais real, depois de um disparo a mira não fica estática obrigando o jogador a voltar a apontar. Os embates físicos estão bastante fluidos e existe a sensação de controlo sobre o combate. Os zombies estão mais rápidos, fazem uso de objectos (no caso da nova espécie, ‘J’avo’) e a Inteligência Artificial está melhorada, havendo alturas em que nos sentimos apanhados numa emboscada.

Apesar de todas estas melhorias serem positivas tornaram o jogo bastante mais fácil, não existindo tanto a sensação de incapacidade quando avistado um grupo de mortos vivos. O facto de as munições serem mais abundantes retira alguma luta pela nossa sobrevivência e, por consequência, alguma adrenalina. Uma vez mais, o título não se centra em lugares tão claustrofóbicos como os mais clássicos jogos da saga, todavia, as aparições inesperadas, a pouca iluminação e os efeitos sonoros não baixam o nível de terror do jogo. Como dito em cima, os cenários são mais amplos mas o caminho a seguir acaba por se tornar bastante intuitivo e linear.

 

O modo multijogador apresenta também novidades, uma vez que será possível jogar no modo cooperativo na mesma consola (ecrã dividido) e online sendo possível ligar-se ao jogo a qualquer altura, não precisando de reiniciar o capitulo ou voltar atrás num ponto salvo. O modo ‘Mercenaries’ volta a estar presente no jogo, mas com a vantagem de não ser necessário desbloquea-lo como no anterior título. Resident Evil 6 irá contar com um novo modo de jogo, chamado ‘Agent Hunter’ permitindo ao jogador, que tenha finalizado no mínimo uma das campanhas, entrar nas sessões em cooperação de outros jogadores controlando os ‘J’avo’ ou outras mutações do C -virus de forma a matar os “bons da fita”. Este novo modo online “abre portas” a novas ideologias do jogo e promete ser bastante viciante.

 

 

 

 

“A Capcom assumiu o risco e inovou mantendo a mesma receita. O jogo continua a obedecer aos mesmos padrões que tornaram Resident Evil um dos jogos mais aclamados da indústria.”

 

Um dos pontos altos de Resident Evil 6 é a espectacular qualidade gráfica apresentada, o detalhe dos cenários é exímio e a textura e construção das personagens e zombies está magnifica. O jogo de luz está muito bem conseguido mantendo sempre a tensão no ar e o arrepio constante. A sonoplastia e os efeitos sonoros são mais um ponto favorável.

 

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A Capcom assumiu o risco e inovou mantendo a mesma receita. O jogo continua a obedecer aos mesmos padrões que tornaram Resident Evil um dos jogos mais aclamados da indústria. É verdade que o jogo aparenta estar mais fácil, directo e menos pausado, mas tudo isto é compensado com as três fantásticas narrativas que existem para concluir. O facto de sentirmos que os acontecimentos não são tão previsíveis inova o género bonificando o jogo.

 

Resident Evil 6 chega à Xbox360 e PS3 no próximo dia 2 de Outubro e ao PC a 25 de Novembro.

F1 2012 – Antevisão

A Codemasters e F1 2012 estão bem classificados na grelha de partida para uma corrida alucinante contra os melhores simuladores de corridas do ano. A NGEpt apresenta-te a antevisão de F1 2012

A Codemasters pôs mãos à licença da FIA e começou a trabalhá-la e os resultados são, desde de F1 2010, excelentes títulos, que seguem à risca o termo simulação e com um aspecto gráfico de encher o olho. A empresa inglesa ressuscitou um jogo que estava estagnado e sem avanços que acompanhassem o presente, voltando a pôr a F1 na ribalta dos jogos de simulação de corridas.

 

A demo de F1 2012 deu-nos um “cheirinho” daquilo que podemos esperar do novo jogo deFormula 1. A NGEpt pode adiantar que as expectativas estão altas. A Codemasters não cruzou os braços depois de lançar o F1 2011 e decidiu implementar novos conteúdos, remodelar conceitos e limar arestas.

 

Os menus estão mais simplificados, de fácil navegação e cheios de informação adicional. Nesta demonstração é-nos possível experimentar dois dos novos modos de jogo. O ‘Driver Young Test’é uma agradável surpresa e uma forma bastante original de orientar os jogadores sobre os conceitos básicos do desporto. Desta forma, o jogador é posto em pista para superar vários testes que o iniciarão no mundo (virtual) da Formula 1. Os testes começam com objectivos simples, desde acelerar numa recta e travar dentro de uma zona a vermelho até aos complicados testes do sistema ‘Kers’. Já o modo ‘Season Challenge’permite-nos correr na icónica pista de Monza, Itália, desafiando um dos pilotos oficiais do jogo. Ou seja, neste modo, além de nos preocuparmos com uma boa classificação e fazer uma boa prestação na corrida, ainda temos de garantir que o nosso rival, inicialmente escolhido por nós no início da prova, fica a “ver a nossa traseira” quando chegar a altura de cortar a meta. Como o nome indica, em ‘Season Challenge’ temos de superar os desafios que, neste caso, impomos a nós próprios.

 

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A nível de jogabilidade a mudança é notória. Toda a informação HUD converte o jogo e a experiência vivida numa verdadeira transmissão televisiva. Tornou-se mais complicado controlar o monovolume e levá-lo, sem dificuldades, a bom porto. A jogabilidade está tão apurada que nos dá a sensação de sentirmos a força G, o estado da pista e a condição do tempo na nossa condução. Tal como na realidade, tocar em qualquer saliência ou grão de areia pode ser sinónimo de despiste. É nesta altura que é (muito) bem-vindo o sistema ‘Flashback’ da Codemasters que nos  permite recuar um pouco no tempo e remendar o erro. A opção ‘Flashback’ já foi usada em muitos jogos da Codemasters, inclusive nos dois anteriores títulos do F1.

 

 

 

 

Graficamente, o jogo está um regalo para a vista. F1 2012 assenta no motor de jogo EGO v2.0, o mesmo motor dos jogos Operation Flashpoint: Red River e Dirt:Showdown . Todas as pistas, carros e pilotos estão caracterizados ao pormenor. A sonoplastia não fica atrás, o som dos motores, das boxes ou a voz do nosso treinador no comunicador estão igualmente bem caracterizadas.

 

Pela experiência que obtivemos durante os testes ao jogo, parece-nos que a dificuldade do jogo pode não agradar a todos, tornando-se frustrante para os menos pacientes. Depois de algum tempo de jogo começa a aborrecer o constante sotaque brasileiro da infeliz dobragem para português do Brasil.

 

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F1 2012 é, na nossa opinião, a melhor experiência até agora nas vertiginosas corridas deFormula 1. Correr pelas pistas oficias contra os pilotos do momento num monovolume rapidíssimo é de facto aliciante. A NGEpt espera, ansiosa, pela versão final. Um modo carreira completo e cheio de detalhes, competir e desafiar os pilotos com o jogador que criamos no modo ‘Season Challenge’, um sistema de tutoriais original e completo e um modo multijogador com opção de jogo cooperativo fazem de F1 2012 e um dos jogos mais esperados do ano.

Pro Evolution Soccer 2013 – Antevisão

A época do desporto rei já começou e com ela aparece os jogos virtuais de futebol. Nesta antevisão falaremos do que a Konami criou para este época

Há muito tempo que PES e FIFA lutam pelo título de melhor jogo de futebol, o que faz com que todos os anos haja a mesma guerra entre estes títulos rivais e os seus fãs. Este ano,PES 2013 parece ter limado algumas arestas do seu anterior título. De facto, o título de 2012 foi o que recebeu mais e maiores alterações ficando, desta forma, o PES 2013 livre de alterações megalómanas.

Nesta primeira demo, o jogo apresenta-se com um menu fluído, animado e muito fácil de utilizar tal como nas anteriores versões. É possível fazer jogos amigáveis usando as selecções ou participar na taça dos Libertadores usando uma de quatro equipas brasileiras. Neste ponto, parece que a taça dos Libertadores é a única forma da Konami inserir equipas sul americanas no jogo, visto que não têm nenhuma liga sul-americana completamente licenciada. Porém, o que interessa mesmo é o que se passa dentro de campo sendo aí que as grandes alterações são feitas. 

PES 2013 apresenta-se com uma filosofia de jogabilidade evoluída, o passe e o remate estão mais apurados, havendo assim um maior controlo sobre a colocação da bola. A inteligência artificial está mais aprimorada, aumentando a dificuldade do jogo, o equilíbrio e a velocidade de pensamento. Assim, penetrar a defesa adversária não será uma tarefa tão fácil.

A implementação do mecanismo Player ID é uma das surpresas mais agradáveis do jogo. Isto é, os craques do jogo estão, tal como na realidade, diferenciados num patamar acima. Assim, ao jogar com jogadores como Cristiano Ronaldo, Messi ou Neymar notará que as suas expressões, movimentações e técnica são semelhantes às dos jogadores na realidade. Desta forma, as estrelas do jogo com Player ID terão mais argumentos em relação aos normais jogadores. As animações do jogo, as perspectivas e proporções do campo são a cereja no topo dos predicados desta versão de PES.

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Porém, nem tudo pode ser bom. PES 2013, apesar de apresentar excelentes argumentos na jogabilidade, ainda carece de um pouco de fluidez e de realidade quando comparado com o seu rival. Por vezes existe o sentimento de falta de alternativas e velocidade para fazer o jogo correr. As movimentações dos guarda-redes ainda se apresentam um pouco “anormais”. A falta de licenciamento de equipas e respectivas ligas é um ponto que devia receber mais atenção por parte da produtora.

Resumindo, é bom ver que a Konami está atenta ao mercado e investe, sem medos, num dos seus títulos de maior sucesso. PES 2013 chamará, sem dúvidas, à atenção dos fãs do seu eterno rival.