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Trailer completo de Agents of S.H.I.E.L.D revelado

O realizador Joss Whedon, o mesmo de Os Vingadores, apresenta agora a série spin-off Agents of S.H.I.E.L.D. e foi finalmente revelado o trailer completo.

A estreia acontece este Outono.

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ABC vai lançar série de Joss Whedon

O realizador d’Os Vingadores será também o produtor da série escrita pelos irmãos Whedon e Maurissa Tancharoen, chamada Agents of S.H.I.E.L.D., a ser lançada na ABC este inverno.

Chloe Bennet, Elizabeth Henstridge, Iain De Caestecker, Clark Gregg, Ming-Na Wen e Brett Dalton fazem parte do elenco da série.

O primeiro trailer já foi, também, revelado.

A aventura da Marvel estende-se assim do cinema para a televisão.

Especial “The Walking Dead”

A série que teve início no dia das bruxas de 2010 já viu terminar três temporadas, um total de trinta e cinco episódios, tendo a última terminado ontem à noite (transmissão nos Estados Unidos da América). The Walking Dead é uma das séries televisivas mais vistas atualmente realizada por Frank Darabont.

Enquanto a primeira temporada da série dos ‘mortos-vivos’ nos introduziu a forma como a humanidade rapidamente se transformou em monstros que caminham tortos em busca de comida, dando-nos expectativas altas em relação ao seu desenlace, a segunda temporada decorreu com uma série de episódios iniciais (cerca de oito) em que a novidade era inexistente e o drama predominava em relação ao horror. Porém, a partir desse momento e até ao final dessa temporada, deparámo-nos com um conjunto de acontecimentos que nos voltaram a viciar no ritmo da série – nomeadamente o encontro daquilo que se assemelhava a uma prisão escura ou cidade-fantasma que só veio a desvendar-se nesta terceira temporada.

Ruben Moreira disse:

“Fiquei surpreendido com o final porque esperava mortes muito mais importantes (se é que me estão a entender). De resto fiquei contente com a progressão do episódio pois deixou ansiedade para a quarta temporada.”

Como será que se vai desenlaçar a história viral que assolou o público?

——————————————- TEMPORADA 1 —–——————————————-

Os seis primeiros episódios apresentaram-nos a permissa e os personagens do elenco inicial. O polícia Rick Grimes (Andrew Lincoln) acorda num hospital, enquanto lá fora já começa a propagar-se uma vaga de mortos-vivos. Vai em busca da mulher Lori (Sarah Wayne Callies), o filho Carl (Chandler Riggs). Mais tarde, num momento de fuga dos walkers, Rick fica preso numa loja com um grupo de sobreviventes – pessoas que viriam a ser os seus futuros companheiros numa longa jornada. Apesar de Rick conseguir encontrar a sua família e colocá-la em segurança, decide voltar à loja para salvar Merle, que fora deixado no telhado algemado.

É nesta temporada que conhecemos Morgan, Andrea, Jim (que acaba por ser mordido) e Shane, o melhor amigo de Rick, que o culpa pelo sucedido. Rick decide deslocar-se com o grupo até uma base militar a fim de encontrar uma cura para Jim e encontrar mais sobreviventes porém, nessa base encontram o Dr. Edwin Jenner que, apesar de parecer estar num local seguro, acaba por informá-los que vai auto-destruir-se.

  • Curiosidade 1: Os mortos-vivos nunca são mencionados como zombies! Palavras como walkers, geeks, roamers, lamebrains e test subjects são utilizadas para substituir o termo.
  • Curiosidade 2: O nome do Dr. Edwin Jenner pretende fazer referência a Edward Jenner, o médico que inventou a primeira vacina para a varíola.

——————————————- TEMPORADA 2 —–——————————————-

A segunda temporada começa com a deslocação do grupo até Forth Benning onde, durante o percurso, a pequena Sophia acaba por se afastar do grupo. Até ao oitavo episódio, sem grandes surpresas, o enredo baseia-se na salvação de Carl que se encontra em estado grave depois de ter sido baleado. É aqui que o médico Hershel e a família são também introduzidos no elenco. Deryl, enquanto procura Sophia, fica ferido e acaba por ter ilusões e a ver imagens do seu irmão Merle. Lori descobre que está grávida e não sabe como contar a Rick que o traiu com Shane. Glenn descobre que, no celeiro da quinta de Hershel, está um grupo de zombies escondido e a ser mantido pela família. Ao contar ao grupo, o celeiro é atacado pelos sobreviventes para acabar com os zombies e, inesperadamente, encontram Sophia no meio dos mortos-vivos, também ela já fazendo parte deles. Andrea acaba por ficar separada do grupo depois da quinta de Hershel ser atacada por uma imensidão de zombies – em que Shane acaba por ser vítima.

É então que, numa conversa do grupo, nos é mostrada pela primeira vez uma imagem escura e sombria da prisão que viria a ser o principal local de ação da terceira temporada, assemelhando-se a uma cidade-fantasma e voltando a deixar qualquer fã de thrillers com ‘a pulga atrás da orelha’.

  • Curiosidade 1: Nesta temporada os zombies são também tratados por biters e lurkers.
  • Curiosidade 2: A mala que Deryl tira do irmão Merle contém os mesmos cristais azuis de metanfetamina utilizados na série Breaking Bad.

Depois de seis episódios iniciais e treze de narrativa e ação, de 18 de março a 14 de outubro de 2012, nada mais foi visto ou sentido do que expectativa e entusiasmo pelo que seria, afinal, o misterioso local mostrado no último episódio da segunda temporada.

*Aos fãs que ainda não viram e pretendem ver esta terceira temporada e ser surpreendidos apenas pelas imagens dos episódios, a NGE agradece a visualização mas não aconselha a leitura do restante texto do artigo… caso contrário, se forem mordidos e se transformarem, não assumimos responsabilidades!

Episódios da Temporada 3_

  • Seed
  • Sick
  • Walk With Me
  • Killer Within
  • Say The Word
  • Hounded
  • When The Dead Come Knocking
  • Made Me Suffer (final da primeira parte da temporada em dezembro de 2012)
  • The Suicide King (retomada a temporada em fevereiro de 2013)
  • Home
  • I ain’t a Judas
  • Clear
  • Arrow on the Doorpost
  • Prey
  • This Sorrowful Life
  • Welcome to The Tombs

Na Comic_Con de 2012 ficámos a conhecer o trailer da nova temporada de episódios de The Walking Dead, relembrando algumas imagens dos episódios anteriores da série. (ver vídeo abaixo)

A verdade é que a terceira temporada assemelha-se muito à segunda em relação ao ritmo dos acontecimentos. Apesar de conter diversos momentos de luta pela sobrevivência e ação, os últimos dezasseis episódios de The Walking Dead foram mais um conjunto de cenas que só começaram a desenrolar narrativa a partir de mais de meio.

Quem não pensou, a dado momento, que depois do parto de Lori o filho Carl não teria tido coragem para matar a mãe para a impedir de sofrer? Quem não pensou que ainda a iríamos ver em modo zombie? Quem imaginou que o Governador colecionava cabeças numa sala escura como prémio? Uns quantos inéditos que prezaram por nos surpreender em fases em que a esperança na temporada já ia por água abaixo

———– Sobreviventes ou zombies, quem é a verdadeira ameaça? ———–

Seria incorreto fazer uma abordagem a esta série sem falar numa temática que tanto tem sido comentada por críticos e fãs: a verdadeira ameaça à vida. É nesta terceira temporada que Rick e o seu grupo se deparam com um louco e poderoso homem a quem a sua população chama Governador (interpretado por David Morrissey).

Será a aparição deste Governador uma pista para uma reviravolta no desenrolar da série? Sim ou não, a verdade é que desde que o grupo da prisão se defrontou com o de Woodbury, a ação não voltou a retomar a mesma continuidade: o pânico e fugas dos zombies são agora escassos (com sorte se avistam mais do que três mortos-vivos ao longe num episódio) e a raiva e ganância humana tomou conta das prioridades na narrativa.

Apesar da mudança, David Morrissey é uma presença notável em The Walking Dead! A sua interpretação é extraordinária e dá a conhecer ao público um lado muito mais sombrio (e ainda humano) do que o terror que um ‘morto-vivo’ pode causar.

Pedro Frutuoso comentou:

Bom, se tivermos com atenção às três temporadas fica um bocadinho difícil dizer qual a que mais gostamos. Na primeira, houve aquele choque com os zombies, e era tudo novo, era uma vontade imensa de se saber o que é que iria acontecer ao Homem, o facto de o Rick ter acordado no meio daquele apocalipse e conseguir desenvencilhar-se, a sua integração no grupo que o salvou de dentro do tanque, entre outras varias coisas, era tudo um medo constante daquilo que podia acontecer mas que ao mesmo tempo era entusiasmante. A segunda temporada julgo ter sido a menos boa. Estava tudo à espera que se pudesse saber como tudo começou (e ainda não se sabe. Pode ser que na quarta temporada venha toda a explicação), mas foi uma temporada mais fraca mas também com alguns episódios fantásticos. Principalmente dois mais marcantes, o do Shane ter morto o Otis quando não se conseguiam salvar os dois e também aquele em que se soube onde estava a Sophia, depois de se andar a temporada toda sem se saber onde ela estava . Por fim, a terceira foi a que mais me chamou a atenção e a que mais gostei. A descoberta da prisão por parte do grupo do Rick, e respectiva limpeza, a relação prisão-Woodbury, a tenção entre Rick-Governador e o facto de a Lori morrer ao dar à luz foi um dos episódios marcantes. Nesta terceira temporada não gostei de dois simples factores: o Rick ficar maluco com a morte de Lori (tudo bem é uma grande perda, faleceu-lhe a mulher ao dar a luz a sua filha mas não precisa de ficar paranóico e chegava a ser enervante ele fazer “coisas”), e os sobreviventes estarem mais preocupados com os humanos do que com os zombies, que deveriam ser a sua principal preocupação. “Fear the dead, fight the living“. Chega a um ponto que os zombies nem parecem ser um problema. Mas enfim, é a terceira a que mais gostei e agora resta-nos esperar 195 dias para saber o que vai acontecer ao grupo agora maior depois de conseguirem tirar as pessoas de Woodbury.”

A personagem que, nesta terceira temporada, pode causar algum desconforto e desagrado em relação ao seu caráter ingénuo e indeciso (que já tivemos oportunidade de ver nas temporadas anteriores) é Andrea. Estando apaixonada pelo homem que lhe ofereceu condições de vida que fazem esquecer o mundo surreal que se vive do outro lado das paredes de Woodbury, Andrea cega ao não ver a maldade implícita nas atitudes do Governador para com os seus antes companheiros de fuga. Andrea põe em causa a credibilidade dos laços de afeto que criou com Michonne – a jovem que surpreendeu o mundo ao aparecer, no final da segunda temporada, com ‘zombies’ acorrentados sob o seu domínio.

Estamos agora a enfrentar uma linha mais realista e humanista de The Walking Dead: uma linha de ação que visa captar as reações dos sobreviventes tendo em conta os novos obstáculos que enfrentam (com e sem cérebro funcional).  Esta alteração sugere aos espectadores que apelem ao seu lado mais racional e real e abandonem, por momentos, o fator surpresa. A luta pela sobrevivência tornou-se um objetivo comum para os que procuram a paz e um obstáculo para os que buscam o poder.

Na quarta temporada, Andrea bem como T-Dog e Lori, já não surgirão nas imagens.

Consultámos alguns fãs (como podem ter visto nas citações ao longo do artigo) para nos darem a sua opinião em relação ao decorrer da série. Além das já ilustradas, aqui ficam mais duas:

Maria João diz:

“A serie “The Walking Dead” para mim, é das melhores a que já assisti, depois da emblemática serie “Prison Break”. O tema do apocalipse zombie, e uma história que não é real mas que também não podemos garantir que não será, fazem desta serie a apreciada por milhões de pessoas em todo o mundo. As personagens estão bem entregues aos respectivos actores e, na minha opinião, a mais reveladora tem sido o Daryl. Na primeira temporada sem grande importância. Estávamos mais preocupados com o seu irmão, o Merle, que o Rick e companhia tinham deixado preso no telhado. Quando voltam para o libertar, ele já não esta lá. Nessa mesma temporada apenas conhecemos o grupo, a história deles e a história da transformação humano-zombie. Aprendem como matar (um único tiro na cabeça) mas também como sobreviver. Encontram o CDC em Atlanta, onde esperam encontra uma forma de parar a praga e de curar quem está contaminado. Mas sem sorte.Na segunda temporada, encontram a fazenda do Hershel e suas filhas, onde ficam hospedados mas com data limite. Essa temporada não tem grande desenvolvimento, porque tudo se centra no local, na crise entre o Rick e o Shane sobre a Lori e a sua gravidez e também na busca pela pequena Sophie. Na terceira temporada, depois de deixarem a fazenda, depois da morte do Shane e depois de encontrarem a Sophie, infelizmente, já transformada, procuram novo sítio para se instalarem. Perderam a Andrea na fazenda, que passou o inverno todo com a nova companheira, Michonne. Aparece a cidade de Woodbury, controlada pelo Governador Phillip e o grupo liderado pelo Rick fica a saber que todos estão contaminados. Já na prisão, para mim o episódio que comoveu todo o mundo e talvez o melhor da serie, foi a morte da Lori, ao dar à luz a irmã de Carl. Gostei do facto de mostrarem o Morgan, visto que depois de alguns episódios na primeira temporada, nunca mais apareceu. O mais chato mesmo foi a loucura do Rick depois da morte dela. Acho que foi exagerado e aborrecido. Já no fim, a morte do Merle foi merecida mas ao mesmo tempo triste. Tentou fazer justiça sem conseguir. A morte da Andrea e do Milton foi estranha. O Milton foi morto pelo Phillip e quando se transformou, mordeu a Andrea e ela acabou por se suicidar. Esquisito! Ela com certeza que se salvava depois de vermos episódios em que ela lutava com walkers. Nesta temporada adorei a personagem do Norman Reedus. Tomou uma posição de líder que lhe fica bastante bem.De salientar as caracterizações das personagem tão bem sucedidas. Os walkers são fenomenais, a perna do Hershel parece não existir realmente (ainda falta saber como consegue conduzir) e o olho do Governador está espantoso. Espero que a próxima temporada coloque fim à guerra Rick-Phillip e, para a serie não se tornar chata, acho que podiam mostrar o verdadeiro motivo e o inicio da epidemia. Recomendo vivamente que quem ainda não viu a serie, veja. IT’S AWESOME”

Neo Potter (MyGames) comenta:

Como fã de longa data da comic do Walking Dead, tinha grandes espectativas em relação a esta temporada da série, talvez por uma única razão: Prisão. Quem leu a comic sabe ao que me refiro, conhece o sentimento de ansiedade que qualquer fã sentia sempre que um novo número saía, e a revolta que eu senti quando o governador cometeu aqueles actos contra o Rick e a Michonne.
Mas a verdade é que esta série não chegou aos calcanhares do que eu esperava. Aliás, para além de não chegar, ainda ficou a uns bons metros enterrada por baixo da terra. E sim, eu sei que é normal as adaptações mudarem em relação ao conteúdo original (nem que seja para trazer algo de novo aos fãs), mas acho que existe uma diferença entre mudar e assassinar por completo o ponto principal. Eu pensava que Walking Dead era uma história sobre os conflitos e dificuldades que existem num mundo conquistado por zombies, mas esta série mostrou que eu estava errado. Acho que esta temporada se pode resumir a alucinações, mulheres a portarem-se como adolescentes, e miúdos mimados.
Acho incrível como é que os guionistas desta temporada foram capazes de ignorar por completo os grandes acontecimentos da comic, para substituírem isso por uma história incoerente, cheia de falhas, e sem interesse. A verdade é que eu tenho vindo a arranjar desculpas para defender uma série que eu esperava que fosse mais, muito mais: a desculpa da primeira temporada era por terem estendido um episódio para seis episódios, o da segunda era porque eles tinham de construir a expectativa para a parte da prisão (embora admita que a morte da Sophie foi algo extremamente incrível), e a desculpa da terceira é que… Bem, não tenho desculpa!
A verdade é que os criadores da série já demonstraram que não conseguem imaginar um apocalipse de zombies, ou que no mínimo não têm senso comum suficiente para pedir mais auxílio ao criador da comic. As novas personagens, que deviam ser uma lufada de ar fresco, depressa foram abafadas devido à sua má construção ou falta de caracterização, e as que já existiam, foram sofrendo alterações inexplicáveis de personalidade ao longo da temporada. Não me levem a mal, eu admito que o governador estava espectacular (talvez não tanto como na comic), mas por amor de deus, alguém ensine a Michonne a usar uma espada. Ou no mínimo, um bocado de física, para as cenas ficarem mais realistas. Houve alturas em que eu sentia o meu cérebro gritar que era impossível ela conseguir matar um zombie, porque ou não aplicou força suficiente na espada, ou nem sequer pegou nela em condições.
Mas ignorando todas as (grandes) falhas ao longo da temporada (e de forma a manter o texto curto), só quero falar do último episódio. Durante 15 episódios foi construída uma espectativa em relação à batalha final, a batalha que iria definir os sobreviventes: Rick vs Governador. O resultado? Cinco minutos de perda de tempo, que culminam numa amostra ridícula de tiroteio entre o Gleen/Maggie e o Governador/Equipa. E o resto do pessoal da prisão? Bem, suponho que o Rick estivesse ocupado a perseguir o fantasma da Lori, e o resto do pessoal estivesse escondido na casa de banho. Isto porque nunca é explicado onde é que eles se esconderam. Ahh, e já me esquecia: o governador foge para parte incerta, por isso preparem-se para mais uma temporada em que vão esticar ainda mais a história, em que não vai avançar nada, e que vai ser mais uma vez Rick vs Governador. Eu só tenho algumas perguntas a fazer: onde é que está aquele destino bem merecido do governador que lhe acontece na comic? É que senti falta
da sensação de justiça que senti na altura em que li isso… E onde está o jogo mental que foi feito com a morte da Lori (mais propriamente a cena do telefone)? Onde é que está a cena do Tyreese no ginásio da prisão? Bem, podia criar aqui mais 3 páginas de perguntas sobre o que queria ver adaptado, mas só digo uma coisa: começo a ter a sensação de que eles retiram o que não devem, e estendem o que é desnecessário.
Por ultimo, só coloco a pergunta a quem já leu a comic: realmente acham que esta temporada este à altura da história que existe na comic? E para quem não leu, então vá ler, para saber do que falo…

Sabendo de antemão, graças ao The Hollywood Reporter, que não foi a última vez que vimos o Governador e a sua ira nesta série, apesar do personagem não ter resistido ao encontro com Rick na prisão, na banda desenhada, resta-nos aguardar pela quarta temporada da série por mais novidades!